sexta-feira, outubro 13, 2006

Leia, Veja e Ouça!

Ontem a noite, conversando com a Drika (com K, aquela da Livros & Afins), soube que ela encontrou uma pérola num sebo. Uma edição do livro "Em Algum Lugar do Passado", no qual foi baseado o filme com Christopher "Superman" Reeve e Jane Seymour (ai que inveja do cabelo dela!). Para mim foi uma descoberta porque, até então, do alto de minha ignorância, desconhecia o fato de existir o livro. Em homenagem ao Reeve, de quem sou fã, e também ao filme, que é lindo, resolvi montar este artigo. Afinal, quem não gostaria de um amor assim, que trancendesse os limites do tempo e do espaço?

O LIVRO:
Título Original: Bid Time Return

Publicação Original: Richard Matheson, 1975.
Publicação no Brasil: Nova Cultural, 1987.

Resumo:
"Então, ela e eu havíamos estado num mesmo lugar, uma vez."

1971, UM HOMEM ANGUSTIADO À PROCURA DA VIDA.
1896, UMA MULHER OPRIMIDA ESPERANDO O AMOR.
ELES TÊM UM ENCONTRO MARCADO, MAS CONSEGUIRÃO SUPERAR AS IMPLACÁVEIS BARREIRAS DO TEMPO?

O antigo retrato de uma bela mulher invade a vida de richard Collier, um jovem escritor atormentado com o seu presente. Como ecos de um passadodesconhecido, acontecimentos e imagens de uma existência anterior vão tecendo uma rede que acaba por envolver o mundo de Collier. Entre o sonho e a realidade ele se esforça para recuperar esse passado perdido: a mulher que amou e os momentos vividos durante esse grande amor."


O FILME:
Título Original: Somewhere in Time
Tempo de Duração: 103 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1980
Direção: Jeannot Szwarc
Roteiro: Richard Matheson, baseado em livro de Richard Matheson
Música: John Barry
Fotografia: Isidore Mankofsky

Elenco
Christopher Reeve (Richard Collier)
Jane Seymour (Elise McKenna)
Christopher Plummer (William Fawcett Robinson)
Teresa Wright (Laura Roberts)
Bill Erwin (Arthur Biehl)
George Voskovec (Dr. Gerald Finney)
Susan French (Elise - velha)
John Alvin (Pai de Arthur)
Eddra Gale (Genevieve)
Audrey Bennett (Shelley)
William H. Macy
Richard Matheson

Sinopse
Universidade de Millfield, maio de 1972.
Richard Collier (Christopher Reeve) é um jovem teatrólogo que conhece na noite de estréia da sua primeira peça uma senhora, idosa, que lhe dá um antigo relógio de bolso enquanto, em tom de súplica, lhe diz: "volte para mim". Ela se retira sem dizer mais nada, deixando Richard intrigado enquanto volta para seu quarto no Grand Hotel.

Chicago, 1980.
Richard não consegue terminar sua nova peça, assim decide viajar sem destino certo e resolve se hospedar no Grand Hotel. Lá resolve visitar o Salão Histórico, que esta está repleto de antiguidades e curiosidades do hotel, e fica encantado com a fotografia de uma bela mulher. Como não havia plaqueta de identificação Richard procura Arthur Biehl (Bill Erwin), um antigo funcionário do hotel, que diz para Richard que o nome dela é Elise McKenna (Jane Seymour), uma atriz famosa que fez uma peça no teatro do hotel em 1912. Collier fica tão obcecado com o rosto de Elise que decide não partir e então vai até uma biblioteca próxima, onde pesquisa sobre McKenna. Para sua surpresa descobre que Elise é a mesma mulher que lhe deu o relógio, que ele carrega até hoje. Richard então procura Laura Roberts (Teresa Wright), que escreveu o artigo sobre Elise. Inicialmente ela não o recebe bem, mas quando ele mostra o relógio Laura fica espantada, pois era uma objeto de estimação que ela nunca se separava e sumiu na noite em que ela morreu, ou seja, na noite em que falou com Richard. Ao conversar mais calmamente com Laura, Richard toma consciência que ele e Elise tinham vários fatores em comum, mas parece que para achar a peça que falta deste bastante intricado quebra-cabeças ele terá de ir em algum lugar do passado, mas para isto precisa se desligar totalmente do presente."


MAIS...

A TRILHA SONORA:
"A trilha sonora que John Barry compôs para "Em Algum Lugar Do Passado" em muito supera o filme, tornando-se uma das mais bem-sucedidas trilhas de todos os tempos, sendo também uma de suas obras mais românticas e sensíveis." (Submarino)

Músicas
1. Somewhere In Time
2. The Old Woman
3. The Journey Back In Time
4. A Day Together
5. Rhapsody On A Theme Of Paganini
6. Is He The One
7. The Man Of My Dreams
8. Return To The Present
9. Theme From Somewhere In Time

Resenha Editorial:
"Millennium Cinema - Em Algum Lugar do Passado
A melhor obra romântica de John Barry: Embora o filme "Em Algum Lugar Do Passado" tenha feito sucesso em seu lançamento, a trilha sonora composta pelo grande compositor inglês John Barry (famoso por seu trabalho para a série 007) ganhou vida própria tornando-se uma das mais bem-sucedidas trilhas de todos os tempos. Ao invés de sua usual fusão de música clássica com jazz, Barry optou por orquestrações sensíveis com destaque para o piano, enfatizando um romantismo exacerbado, sem nunca cair no sentimentalismo barato da maior parte de projetos similares. O elegante tema do filme, executado por Roger Williams, já se tornou um clássico, enquanto a inclusão de "Rhapsody on a Theme of Paganini," de Rachmaninoff, tornou este compositor um dos mais populares na época do filme. Destaque para "The Journey Back In Time", "The Man Of My Dreams" e "Somewhere In Time". Se você gostou da trilha de "Titanic", irá se apaixonar por esta exuberante obra de John Barry.

Resenha de Marcello Mineiro."

Curiosidades

- Como carros não eram permitidos na região onde ficava o Grand Hotel, a produção de Em Algum Lugar do Passado teve que obter autorização especial da Prefeitura para que pudesse utilizá-los nos sets de filmagens. Entretanto a autorização valia apenas para as cenas que seriam rodadas, não permitindo que atores e a própria equipe técnica usassem carros para se locomover.
- O roteirista Richard Matheson aparece em uma pequena ponta.
- Foi lançada em DVD uma versão comemorativa pelos 20 anos do filme, na qual foi remasterizado digitalmente.
- O orçamento de Em Algum Lugar do Passado foi de US$ 5,1 milhões.


Pesquisa: Drica
Agradecimentos à Drika Teixeira pela imagem da capa do livro.

terça-feira, outubro 10, 2006

A Senhora do Castelo

Clássicos da Literatura Romântica
Autora: Lynda Trent
Título original: The Black Hawk
Publicação Original: Harlequin, 1991
Publicação no Brasil: Nova Cultural, 1992

RESUMO:
"Preconceito social, intrigas pelo poder... Um romance que prende a atenção do começo ao fim!

O Gavião Negro abandonou os mares para se transformar num respeitável homem de negócios. Ele exultava com o sucesso de seus planos. A sorte lhe sorrira tanto que encontrou uma esposa nobre e bela para lhe abrir as portas da alta sociedade. Porém, lady Bianca Stanford representava um perigo capaz de assustar até um destemido corsário.

Fantasmas de antepassados e uma interminável sucessão de estranhos acontecimentos acompanhavam Bianca desde a infância. A vinda inesperada desse atraente e rico pretendente foi recebida como uma solução perfeita para devolver-lhe a felicidade. Nem em seus sonhos mais desvairados ela poderia imaginar que essa união os enredaria numa trama sinistra que iria ameaçar a vida de todos... até da própria rainha Elizabeth!"

Pureza Roubada

Clássicos Históricos Especial 23
Autora: Elizabeth Mayne
Título Original: Heart of the Hawk
Publicação Original: Harlequin, 1995
Publicação no Brasil: Nova Cultural, 1997

RESUMO:

"Ela conquistou o inimigo com a força de seu amor!
Alemanha e França, 841 d.C.

Raptada por um guerreiro saxão, Thea Bellamy enfrentou o maior desafio de sua vida: a mente ordenava-lhe que odiasse aquele homem, mas ela não conseguia dominar os caprichos de seu enlouquecido coração...
E Thea descobriu o irresistível poder da paixão nos braços de Roderick, duque de Emory, seu raptor!"

segunda-feira, outubro 09, 2006

O Senhor do Destino

Clássicos Históricos 17
Autora: Lindsay McKenna
Título Original: Lord of Shadowhawk
Publicação Original: Harlequin, 1992
Publicação no Brasil: Nova Cultural, 1994

RESUMO:
"Apaixonado por uma criminosa!

Lorde Tristan Trayhern já estava acostumado com a crueldade dos soldados ingleses. Mesmo assim, ao encontrar Alyssa Kyle, mais morta que viva, a bordo de um navio-prisão, o nobre galês ficou indignado. Com certeza, a linda jovem de olhos verdes, que ficara cega durante o cativeiro, era uma vítima inocente da recém-eclodida rebelião irladesa. E Tristan jurou protegê-la.

O carinho de Tristan despertou Alyssa de seu pesadelo de trevas. Contudo, embora o conforto e a segurança de Shadowhawk - a mansão da família do lorde, no litoral do País de Gales - aplacasse seus medos, ela sabia que estava desafiando a sorte ao enganar o nobre galês. Alyssa não era uma inocente vítima das circunstâncias, e sim uma inimiga da coroa inglesa!"

domingo, outubro 08, 2006

O Cimério e suas conquistas.

O texto abaixo faz parte do conto "O Colosso Negro". Nesta história, Conan, capitão do exército de Khoraja, é chamado para proteger a princesa Yasmela de um feiticeiro diabólico.
Claro que a princesa fica caidinha pelo bárbaro de olhos azuis...

"Ela estremeceu de novo.
— Estou amaldiçoada. Um demônio dos abismos colocou sua marca em mim. Noite após noite, ele aparece nas sombras, sussurrando segredos horríveis. Ele vai me arrastar para ser sua rainha no inferno. Não tenho coragem de dormir! Ele virá até minha tenda, da mesma forma como veio no palácio! Conan, você é forte. Fique comigo!Estou com medo!
Ela não era mais uma princesa, apenas uma menina cheia de pavor. Deixara seu orgulho despudoradamente de lado. O terror a fizera procurar quem lhe parecera mais forte. A potência quase animal que antes repelira, agora a atraía.
Em resposta, Conan tirou o manto escarlate e colocou-o nas costas da princesa com alguma rispidez, como se fosse impossível para ele protagonizar qualquer gesto de ternura. Sua mão de ferro repousou por alguns instantes sobre o ombro de Yasmela, que estremeceu de novo, não de medo. Assemelhava-se a um choque elétrico: uma onda de vitalidade animal percorreu seu corpo ao mero toque do bárbaro, como se parte de sua força abundante tivesse sido transmitida a ela.
— Deite aqui. — Ele indicou um espaço livre ao lado de uma pequena fogueira. Não via incongruência em fazer a princesa dormir no chão ao lado de um fogaréu de acampamento, enrolada no manto de um guerreiro. Ela obedeceu sem discutir.
Conan sentou-se em uma pedra a seu lado, com a espada sobre os joelhos. A luz do fogo refletia em sua armadura, e ele parecia uma imagem de aço — um poder dinâmico, temporariamente sossegado; não adormecido, mas imóvel por um instante, à espera de um sinal qualquer para entrar de novo em ação. O brilho das chamas brincava em seu rosto, fazendo-o parecer entalhado em uma substância misteriosa, dura como o aço, contudo. Mesmo que estivesse parado, seus olhos queimavam com uma intensidade viva. Ele não era simplesmente um selvagem; era parte dos elementos indomáveis da natureza. Em suas veias, corria o sangue de uma matilha de lobos; em seu cérebro, escondiam-se as profundezas meditativas das noites do norte; seu coração pulsava com o fogo de florestas em chamas. Assim, meio pensativa, meio sonhadora, Yasmela adormeceu, envolta em uma sensação deliciosa de segurança. De alguma forma, sabia que nenhuma sombra de olhos de fogo se curvaria sobre ela na escuridão enquanto aquele bárbaro sombrio de terras distantes a velasse."


E no final, quando ele a salva do feiticeiro, Howard apenas insinua o que acontece depois, cheio de sensualidade velada. O máximo.

"Conan caminhou até o altar e ergueu Yasmela com os braços sujos de sangue. Ela atirou convulsivamente seus próprios alvos braços ao redor do pescoço arredon­dado de Conan, chorando histericamente, e não o deixou desvencilhar-se.
— Em nome de Crom, moça! — resmungou ele. — Deixe-me ir! 50 mil homens pereceram hoje e há muito trabalho a fazer...
— Não! — Yasmela interrompeu, agarrando-o com uma força convulsiva, tão bárbara naquele instante quanto seu medo e sua paixão. — Não vou deixá-lo
ir! Eu sou sua, por fogo, aço e sangue! E você é meu! Lá fora, eu pertenço aos outros. Aqui, eu sou minha... e sua! Você não irá!
Ele hesitou, lutando contra a força de suas próprias paixões violentas. O brilho lúgubre e inumano ainda enchia a câmara, iluminando de maneira fantasmagórica o rosto findo de Thugra Khotan, que parecia rir sombria e terrivelmente para eles. No deserto, nas colinas entre os oceanos de corpos, homens estavam morrendo, uivando com suas feridas, sua sede e sua loucura, e os reinos permaneciam em perigo. Mas então tudo foi apagado por uma onda carmesim que agitava loucamen­te a alma de Conan, enquanto ele apertava em seus braços de aço aquele esguio corpo de porcelana, enroscado ao seu pelo poder de um fogo mais poderoso do que qualquer magia."

sábado, outubro 07, 2006

O cimério e uma amostra de sua "quentura"!

Este é um dos textos originais de Robert Howard.
A magia e as descrições deles eram incomparáveis, assim como a sensualidade latente que ele conseguia transmitir. E olha que os textos foram escritos nas décadas de 20 e 30!

O trecho abaixo faz parte da história "A Filha do Gigante do Gelo". A mulher em questão é um tipo de fada da neve que atrai os homens perdidos para serem mortos por seus irmão. Só qiue, dessa vez, ela se meteu com o cara errado!

Depois de se livrar dos irmãos da moça, o cimério resolveu que deveria receber seu prêmio...

"Conan virou-se para ver a garota parada a uma certa distância, os olhos arrega­lados de horror. A expressão de zombaria desaparecera do rosto dela. Ele gritou e sua espada derramou sangue; suas mãos tremiam de paixão.
— Pode chamar todos os seus outros irmãos! — ele gritou. — Darei o coração deles aos lobos! Você não vai escapar...
Com um grito de guerra, ele disparou na direção da mulher. Ela já não ria, nem lançava olhares de desafio por sobre os ombros brancos. Corria como quem teme pela vida. Embora ele juntasse toda a força e a energia de seus músculos, até que suas têmporas estivessem a ponto de explodir e seus olhos vissem a vermelhidão à frente, ela conseguiu se afastar, desaparecendo vagarosamente no fogo misterioso do céu, até sua figura ficar menor do que a imagem de uma criança, dançando sobre a brancura do gelo, um mero ponto na distância. Conan buscou todas as suas reservas de energia, rangeu os dentes e correu mais. Logo, ela ficou apenas uns cem passos à frente. Lentamente, metro a metro, sua vantagem diminuía.
Ela parecia não ter mais forças para correr, seus cabelos dourados esvoaçavam. Conan ouviu sua respiração cansada e viu o brilho de medo em seus olhos quando a cabeça delicada se voltou novamente por sobre os ombros brancos. A resistência selva­gem daquele bárbaro mostrava-se útil. A velocidade desaparecia das pernas da mulher. Seus passos já não eram tão seguros. Na alma descontrolada de Conan, brilhavam as chamas do inferno que ela acabara de alimentar. Com um grito inumano, ele se aproximou. A mulher tropeçou, deu um grito e ergueu os braços para se defender.
Ele a abraçou de um jeito selvagem, e a espada caiu por terra. O corpo delicado dobrou para trás; ela lutou desesperadamente, tentando libertar-se dos braços fortes. Os cabelos dourados esvoaçavam pelo rosto de Conan, cegando-lhe o olhar, tamanho o brilho. O contato com aquele corpo fino, que se revolvia tentando escapar de seus braços, provocou-lhe um fundo desatino. Os dedos fortes mergulharam na pele macia, fresca como a neve. Era como se ele abraçasse não uma mulher de carne e osso, mas um corpo esculpido em gelo que queimava de tão frio. Ela lançou a cabeça para um lado, lutando para evitar os beijos quentes de paixão do bárbaro, que machucavam seus lábios encarnados.
— Você é tão fria como as neves — murmurou ele, intrigado. — Mas vou aque­cê-la com o calor do meu próprio sangue...
Com um grito agudo e um esforço desesperado, a mulher escorregou dos braços de Conan, e deixou em seu lugar a roupa fina e transparente. Saltou para trás e ficou de frente para ele, os cabelos louros desarrumados sobre o rosto, os seios brancos tremendo, os lindos olhos irradiando um brilho de pavor. Durante uma fração de segundo ele permaneceu parado, estupefato diante da inacreditável beleza nua que se erguia diante dele nas neves.
Naquele instante, ela levantou os braços na direção das luzes coloridas que ilu­minavam o céu e gritou, com a voz que ecoaria para sempre nos ouvidos dele:
— Ymir! O meu pai, salve-me!"

O Cimério de Olhos Azuis

Tá bom, tá bom. Não é um romance, não é de nenhuma de nossas autoras... tem sangue e cabeças voando? Sim. Romantismo? Hum...á moda de Conan, tem sim.
Mas, fala sério. Tá pra nascer um homem mais...homem do que esse.
Apesar de ser galinha até o fundo da alma, sem vergonha e beberrão, ele é o máximo!
Lógico que não podia deixar de comentar Conan por aqui. Afinal, todo bárbaro tem seu lado doce. E sexy!
Ufa, bota sexy nisso!

Tornei-me fã dele na adolescência e colecionei todas as revistas e gibis de Conan. Espada Selvagem, Conan Saga, Conan, o Bárbaro... Ah, e não diga que viu o filme porque "aquilo" foi um lixo!

Esse ano foi lançado um livro com os originais de Robert E Howard, o homem que criou Conan e todo seu complexo universo.
Vou colocar aqui, além da capa, uma das ilustrações internas (linda!) e, ao longo de outros artigos falar um pouquinho sobre o Cimério de melancólicos olhos azuis.

BJS




















Bêlit dança para Conan.

quinta-feira, outubro 05, 2006

Atos de Amor

Best Books
Autor: elia Kazan
Título Original:Acts of Love
Publicação Original:1978, Elia Kazan
Publicação no Brasil: Nova Cultural, 1986

NO JOGO DAS PAIXÕES A AFIRMAÇÃO DA VIDA E DA MORTE.

"Perseguida pela solidão, Ethel Laffrey vive para o prazer. Em cada uma de suas experiências amorosas afirma sua maturidade. Passa de um amante a outro sem sentimentos de culpa. Mas não consegue estabelecer relações duradouras. Existe um permanente conflito entre seu comportamento e a moral sexual tradicionalmente aceita. O casamento com Teddy, um jovem grego, parece ser a solução para os valores de sua família e o ambiente em que vive. Teddy, porém, não pode ter filhos e Costa Avaliotis, seu pai, representa um mundo de rígidos valores patriarcais. Desaprovando a conduta da nora e, ao mesmo tempo, desejando-a, Costa acaba por provocar uma tragédia..."